Nesse post eu vou falar um pouco sobre as coisas que aconteceram na orientação antes de eu chegar na família.
A orientação é tipo uma reunião com os voluntários e todos os outros intercambistas do AFS antes de ir pra família. É super legal, porque tem pessoas do mundo inteiro. A experiência teria valido a pena só por causa da orientação.
Eu saí do Brasil dia 22 de março, junto com outros três intercambistas brasileiros: Gustavo, Rodrigo e Caio. O inglês dos três era péssimo.
A viagem do Brasil até a Alemanha foi bem tranquila, porque eu dormi a maior parte da viagem. Quando chegamos ao aeroporto de Frankfurt, ficamos um tempinho lá e tal, e achamos que éramos os únicos intercambistas que íamos encontrar. Pééé. Errado.
No portão de embarque, encontramos uma garota que veio até a gente. O nome era Camila, e ela é da Bolívia. Ela ficou super aliviada quando nos viu, principalmente porque ela poderia falar em espanhol com alguém! Conversamos um pouco com a Camila e logo depois, apareceram uns 24 intercambistas alemães! O primeiro que eu notei foi um garoto chamado Magnus, que parecia querer ser o líder da expedição. O inglês dele era muito bom.
No avião eu fui o responsável por coletar todos os e-mails e nomes. As pessoas que eu mais me lembro do avião foram o Magnus, a Jana, a Jelly, a Marie, a Marie Christine, a Tamara, o Tobias e o Vincent.
A Jana era uma maluquinha que não parava quieta. A Jelly era bem calminha, mas depois, no ônibus, ela começou a conversar. A Marie também era outra maluca. A Marie Christine era mais normalzinha e nós passamos um tempo conversando, ela estava mais interessada em conhecer os outros países. Eu não conversei muito com a Tammy (Tamara) no avião, mas depois nós nos conhecemos mais. O Tobias era meio bobão, e o pessoal da Alemanha não gostava muito dele, mas eu achei ele legal. Eu não falei muito com o Vincent no avião, mas depois, quando nós fomos pra Osaka, ele virou o meu melhor amigo estrangeiro.
Depois de chegar no aeroporto, fomos levados para um hotel em Tokyo. O hotel era super modernoso e cheio de coisas diferentes.
O almoço foi em um salão grande e cheio de gente de outros países. Eu lembro de ter conhecido gente do Laos, umas garotas um pouco tímidas. Uns garotos do Vietnã e da Malasia. Eu lembro de uma garota malasiana que era super gente boa. Todos a chamavam de Tee, porque ninguém conseguia falar o nome dela. Também lembro da Giverny, que era australiana, e uns outros. Nesse momento nós fomos divididos em 3 grupos: os que iam pra Osaka, os que ficariam em Tokyo e os de Nagoya. Felizmente eu era o único brasileiro de Osaka. Nós pegamos um onibus e passamos umas 8 horas até chegar em Osaka. No ônibus eu fui sentado na parte de trás, com o Vincent, a Tammy, a Marie e a Jelly. Não sei porque, mas eu fiz muita amizade com o pova da Alemanha. Eu também conversei um pouco com uma Colombiana que era meio folgada. Ela não falava inglês, então queria que eu traduzisse tudo pra ela, já que eu falava espanhol e inglês... e alemão e português e japonês. Esses dias foram meio cansativos, porque eu não aguentava mais falar em outras línguas. Agora eu já me acostumei. Estou até pensando em inglês.
Quando nós chegamos no hotelzinho em que o pessoal de Osaka ia ficar, eu dividi o quarto com outros 5 garotos: o Gupta, que era um nepalês que não conseguia falar inglês muito bem, o Daeho, um neo-zelandês muito mala, o Yubaba que era um sueco maluco, que tinha cabelo roxo e usava headphone da Hello Kitty, o Ryan, que era americano e muito legal, e, felizmente, o Vincent.
No hotel, cada quarto e cada grupo (eu e o Vincent eramos do grupo 2) tinha o seu staff. O do meu quarto era o Harry, um japonês que tinha feito intercâmbio na Alemanha. No grupo, os staff eram o Harry e a Pa-Co. Ah, sabe porque Harry? Harry Potter. Ele era quase o Harry Potter japonês.
Dormimos no dia que chegamos e no dia seguinte teve um monte de atividades. Tava bem frio e nós fomos ao ar livre...
No dia seguinte nós fomos embora à tarde para o aeroporto, onde a galera de Miyazaki pegou um avião para Miyazaki-shi e encontrou sua família. No avião eram 5 pessoas: eu, o Vincent (que aliás está na mesma cidade que eu, ainda bem), o Ryan, a Sarah (se lê sarra), uma alemã meio, digamos, personalidade forte e a Tchuria (acho que é assim que se escreve), uma finlandesa.
O Ryan e a Tchuria vão estudar na mesma escola. Que sorte! Eu e o Vincent estamos na mesma cidade, mas não na mesma escola.
Abraços, João.
que chique o Yubaba heoiehioheoi -euri dele-; nunca vi harry potter japones o.o deve ser zuado! xP
ResponderExcluirdá-lhe magnus!! ahuahuahauhauhauah
ResponderExcluirNossa, entao vc ta sozinho na sua escola?? Só com japoneses??
ResponderExcluirDeve ser muuito legal conehcer várias pessoas de outros países!